sábado, setembro 16, 2006

Os Museus da Cidade - O Museu Etnográfico

O edifício do antigo Mercado hortícola, peixaria e talho do Largo do Corro deu lugar ao Museu Etnográfico, onde são expostas antigas alfaias agrícolas, assim como utensílios que se utilizavam e ainda se utilizam no dia a dia nas casas alentejanas, os barros, os cestos de cana, as cadeiras de buínho etc.
O museu apresenta uma exposição permanente sobre Ofícios Tradicionais. São onze os ofícios representados: Oleiro; Carpinteiro; Abegão; Ferreiro; Latoeiro; Ferrador; Albardeiro; Roupeiro; Cesteiro; Cadeireiro; Sapateiro; Alfaiate. A exposição evoca a diversidade de ocupações e ofícios inerentes à produção de bens indispensáveis no quadro da vida local e o saber técnico e tecnológico tradicional ligado à sua fabricação.
A exposição foi concebida de forma a preencher uma função pedagógica. Cada espaço-oficina está pronto a receber o seu artesão, mantendo-se acessíveis ao público objectos e ferramentas diversas. Tendo como pano de fundo o passado histórico rural da região, os objectos em exposição são uma parte importante da memória do mundo do trabalho no concelho.
Entrada gratuita Visitas guiadas mediante marcação prévia.
MoradaLargo do Corro – 7830 Serpa

10 comentários:

© CAMERAMAN METALICO disse...

Tens a certeza que se chama Largo do Corro? Pensava que o largo do Corro era no outro lado da vila quem vai para o Forte...
CM

Susete Evaristo disse...

Sim absoluta tu deves talvez estar a fazer confusão com o Largo da corredoura que fica na confluencia da Rua dos Lagares, Rua Nova, Rua Luis de Camões. Aliás esse Largo também conhecido como (Largo dos Varis) como refiro no post que lhe é dedicado era um largo que no tempo da nossa juventude (7 anos de diferença também não é assim tanto) mas como dizia no tempo da nosa juventude era lindisimo. Talvez já não te lembres, tinha nas 4 extremidades 4 palmeiras gigantes, bancos de jardim e um marco da agua muito parecido ao que ainda resiste no Largo das Portas de Moura. O espaço do Museu era antigamente o mercado. Do lado direito a peixaria do lado esquerdo o açougue a meio no interior os legumes e à entrada a frutaria.

© CAMERAMAN METALICO disse...

Eu vim de Serpa com 6 anos... 1961... por isso perdi muita coisa... e os meus avós maternos (que me criaram) viviam a 3 km da vila (Santana)... Só voltei a Serpa amiude durante as férias grandes quando já tinha 13 ou 14 anos... eram 3 meses de monte... que me sabiam muito bem.
Cheguei a vender neste mercado... os meus avós faziam uma agricultura de subsistencia, mas às vezes sobrava.
E lá ia eu de burra às 6 da matina direito a Serpa vender pupinos, tomates, algum melão, etc... belos tempos que já não voltam!
CM

Susete Evaristo disse...

Podes ter a certeza que sei o que sentes pois lá na quinta além de eu ser uma maria-rapaz também na altura do verão iamos aos fins de semana com um carro não era de burro mas de machinho vender tomates, melões e melancias a Vila Nova de S. Bento, além de todos os dias termos banca no mercado. Também tenho saudades esses fins de semana eram bem divertidos.

© CAMERAMAN METALICO disse...

Olha manda-me lá o teu mail... se tiveres conta no gmail até podemos falar na hora...
Os meus avós paternos eram ANTONIO ATAIDE MELÃO e ANA GERTRUDES REBOCHO... o meu avô chegou a ser feitor da Herdade da Retorta... teve 4 filhos FRANCISCO (meu pai) (72anos), ANTONIO JOSÉ (está na Alemanha) (62 anos), ANA RITA (60 anos), e ARLINDA (58 anos)...
E tu estives-te em Serpa até quando?
CM

© CAMERAMAN METALICO disse...

Vim agora de um magusto (São Martinho obligue) de uma Associação de que vais gostar.... AMIGOS do CONCELHO de SERPA... vou criar um blog e tentar juntar mais conterraneos...
Até já - CM

© CAMERAMAN METALICO disse...

Olha lá estás-me a tentar... mas não - nós somos pobres... 7 hectares nessa zona deve ser mesmo caro!
Mas que gostava - GOSTAVA MUITO!
A minha casa e a do meu pai (tambem está em picos para voltar) não devem valer tanto...
Mas manda-me o teu mail. Saudações - CM

Susete Evaristo disse...

Conta comigo para essa associação e tenho mais serpenses aqui por perto e um amigo virtual que não sendo de serpa é um autentico serpense por adopção, adopção por opção dele.

Susete Evaristo disse...

o Meu e-mail já to enviei num outro comentário mas lá vai outra vez : sgse.01@sapo.pt

Susete Evaristo disse...

Os nomes dos teus avós paternos não me são estranhos embora já não me recorde deles. O teu pai deve ter conhecido o meu pois era conhecido em toda a vila de serpa José Evaristo e a quinta embora se chamesse da Fonte Nova por aquele lugar se chamar assim existindo mesmo uma fonte toda a gente conhecia por "a horta do Evaristo"